sábado, 16 de setembro de 2017

Caso Santander, um ponto de inflexão.

Estarrecedora! Esta é a palavra que melhor define a "exposição de arte" bizarra realizada recentemente em Porto Alegre (RS) patrocinada pelo banco espanhol Santander. A exaltação do mal gosto foi a tônica daquele circo de horrores. Nada se salvou naquele lugar. Desde a banalização da pedofilia até as ofensas e blasfêmias contra Nosso Senhor Jesus Cristo, tudo lixo, do começo ao fim, indefensável sob qualquer ótica.

Não é necessário ser cristão para se escandalizar com algo desse tipo, basta apenas algum senso moral e estético. Apesar dessa obviedade não foi difícil encontrar na mídia mainstream quem defendesse com unhas e dentes aquela porqueira como uma legítima manifestação da liberdade de expressão (sic).

Parte considerável dos diretores de marketing das grandes empresas e a imensa maioria da mídia tradicional perderam totalmente o lastro com a realidade dos fatos. Apegados a um viés ideológico marxista e/ou libertário, talvez ainda remanescente do tempo de faculdade, estão intoxicados por uma visão materialista que despreza Deus e os valores morais e religiosos que ajudaram a formar o povo brasileiro. Eles estão muito mais preocupados em agradar aos coletivos esquerdistas, à ONU, às fundações internacionais e aos interesses globalistas do que às famílias brasileiras que são seus reais consumidores, e sem qualquer tipo de cerimônia nos enfiam goela abaixo uma agenda de péssimo gosto que não é a nossa. 

Reproduzem até a exaustão questões como mudança de sexo, banheiro unissex, paradas LGBTs e afins. Nada disso é por acaso, mas faz parte de uma estratégia muito bem pensada que tem por finalidade solapar as bases da civilização ocidental que tem suas raízes judaico-cristãs, tendo como principal alvo das suas investidas as nossas crianças e adolescentes.

No meio de tanta loucura, merece destaque o comentário infeliz do jornalista Ricardo Boechat da rádio Bandeirantes. Esse senhor tratou como absurdo o cancelamento da amostra blasfema e pedólifa patrocinada pelo Santander e rotulou como nazi aqueles que se empenharam em  boicotar o banco (?!). Do alto de sua arrogância e preguiça, Boechat representando muito bem a classe jornalística atual, se contentou em denegrir e caluniar a qualquer um que ousasse resistir a imposição de uma agenda anticristã e imoral em vez de narrar os fatos como eles realmente aconteceram. Deprimente.

Tem muita gente em nosso país que hipocritamente acha que a ditadura militar brasileira foi o maior cataclismo que já aconteceu na história da humanidade. Normalmente são os mesmos que costumam ignorar o sofrimento do povo Venezuelano e acham Cuba uma ilha da fantasia! Movidos por um trauma da censura do regime militar, defendem uma liberdade de expressão total, sem limites, o que na prática se mostra muito pior do que uma justa censura que poderia proteger débeis e indefesos de absurdos como aquela pavorosa amostra de Porto Alegre. 

Sem os limites do bem comum e da verdade, a liberdade se degenera tornando-se libertinagem. 

No mais, o boicote ao Santander permanece legítimo e parece estar sendo muito eficaz. Há notícias que milhares cancelaram cartões de crédito e contas porque não se sentiram representados nos apoios culturais como esse que o banco realizou. Isso sem falar em outros tantos que não eram clientes e que agora de forma alguma o serão devido a essa presepada sem tamanho.

Torço para que essa seja uma de muitas outras importantes reações da sociedade brasileira, que aos pouquinhos parece ganhar consciência da sua força. Há um tipo de gente que só muda de postura quando sente o bolso.

O Santander jogou pelo ralo anos de investimento em publicidade e está queimado com as famílias brasileiras. Que outras empresas também aprendam com esse ocorrido. Ninguém é obrigado a crer, mas respeito a Fé alheia e aos bons costumes é o mínimo que se espera de alguma instituição séria.

De Deus não se zomba!


Luciano Perim Almeida

sábado, 8 de abril de 2017

A grave crise na Síria na observação de um leigo.


Todos assistimos estupefatos, as terríveis cenas de crianças e bebês sendo lavados com jatos d’água para minimizar os efeitos das armas químicas usadas esta semana lá na Síria. Estimam-se em 80 o número de mortos, sendo pelo menos 30 crianças o que torna o crime ainda mais brutal.

Toda a mídia se apressou em condenar o regime de Bashar al-Assad como o responsável por essa barbárie. O presidente Donald Trump de maneira precipitada bombardeou uma base aérea síria de onde supostamente teria partido o ataque com armas químicas, e o mundo entrou no "modo" pânico, pela possibilidade de choque entre as duas principais potências nucleares, EUA e Rússia (aliada do regime de Assad).

Em março de 2003, os Estados Unidos governado por George W. Bush bombardeou e invadiu o Iraque de Saddam Hussein sob o pretexto de destruir o seu arsenal de armas de destruição em massa. Depois se descobriu que Bush tomou essa atitude influenciado por relatórios falsos e fantasiosos de suas próprias agências de espionagem. Quatorze anos depois a história parece se repetir com a chancela irresponsável da mídia e o aparente despreparo de Trump que juntos podem estar levando o mundo e os EUA a um novo abismo.

Vamos aos fatos. Em janeiro de 2011 a Síria era um dos mais calmos e tranquilos países árabes, tanto que nesse relato de uma religiosa católica à RTP, foi este o país escolhido por ela para “descansar” após árdua missão de 12 anos no oriente médio. Vejam aí: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/missionaria-argentina-em-alepo-desde-2011_v964505

Em março de 2011 eclodiu a “guerra civil” na Síria que na verdade sempre consistiu numa resistência do povo Sírio e de seu governo/exército a ação do Estado Islâmico, de rebeldes violentos que sempre foram minoria e de também de mercenários estrangeiros financiados por sauditas entre outros para desestabilizar o governo de Assad.

É nisso que consiste a “guerra” na Síria, a resistência de um povo e de seu governo às invasões de grupos bárbaros extremistas. Para a mentalidade frouxa, sentimentalista e pacifista ocidental, o melhor seria deixar o Estado Islâmico dominar tudo, exterminar os cristãos, não gerar conflitos, e não reagir legitimamente a essa invasão. Quase tudo o que se viu na mídia nesses seis anos foi contrainformação e mentira de maneira a se alinhar aos interesses escusos de uma agenda geopolítica de árabes e europeus que querem a qualquer custo alijar Assad do poder e isolar ainda mais a Rússia.

Durante os anos do governo Obama, os Estados Unidos apoiaram irresponsavelmente os chamados rebeldes moderados que nunca existiram. Eram rebeldes, assassinos de cristãos, que receberam armas e dinheiro da administração Obama sob o pretexto de conter o Estado Islâmico, quando na verdade andavam no rastro dele.

Há cerca de dois anos, como que atendendo as preces de milhões de sírios, a Rússia resolveu apoiar o exército sírio na sua luta contra os terroristas islâmicos. Suas ações contra os rebeldes financiados pelo Ocidente e contra o Estado Islâmico renderam rápido resultado, ao contrário da luta de “faz-de-conta” de Obama contra o EI. O exército sírio nesse tempo se fortaleceu e ocupou Aleppo, libertando essa grande cidade que há anos penava nas mãos do Estado Islâmico.

Hoje pode se dizer que Assad está vencendo a guerra e retomando pouco a pouco os territórios ocupados pelos terroristas de diversas matizes. Nesse meio tempo Trump assumiu o governo e prometeu riscar o EI do mapa, não se concentrando mais em apenas derrubar Assad como fez o seu antecessor irresponsável. Se analisarmos o cenário atual com critério e frieza veremos que ele é mais favorável a Assad e contrário aos rebeldes e ao EI. Nessa linha de raciocínio seria totalmente ilógico e improvável que Assad justamente no momento que a balança pende a seu favor iria se desgastar perante a opinião pública mundial usando armas químicas.

Há uma certa preguiça mental e má vontade na chamada grande mídia. É óbvio que Assad só teria a perder se usasse armas químicas, mas há uma outra  possibilidade muito mais crível e lógica que tem sido desprezada pela grande mídia: e se esses rebeldes, vendo ruir todas as suas esperanças, resolvessem simular contra o seu próprio povo um ataque químico com o efeito de atrair contra Assad o repúdio de todo o mundo? Impossível? Inacreditável? Talvez para mim e para você que graças a Deus temos reserva moral, mas não para esses animais que decapitam, e crucificam crianças apenas por serem cristãs.

Que se investigue com isenção e que se punam os culpados, seja quem for.


Luciano Perim Almeida

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Sobre o caos no ES


Tenho amigos policiais, quem não os tem? Acho que todos temos alguém próximo na PM, um parente, um amigo, um vizinho.
Bastam poucos minutos de conversa com qualquer um deles para entendermos as raízes desse caos que se instalou em nosso estado.
Não se trata tão somente de salários baixos como o alardeado, é muito mais do que isso, o salário de fome que o PM recebe para arriscar a própria vida para a nossa segurança e bem estar é apenas uma parte, a mais visível de um problema que é muito mais profundo.
Esses dias eu falava com um cliente que o principal pré-requisito para um cara ser policial hoje em dia é ter sangue de barata e não esquentar com absolutamente nada. Perseguido pela mídia, pelos advogadinhos de porta de cadeia e pelos “direitos dos manos” o PM tem como seu principal algoz a estrutura atual de poder que se norteia pelo politicamente correto. Se o policial cumprir o seu dever com firmeza não dando mole pra vagabundo, dificilmente conseguirá projeção, se der um pescotapa num criminoso, por exemplo, logo vem a turminha dos direitos humanos e arruma um jeito de cancelar o fragrante além de sujar a barra do PM. A polícia está de pés e mãos atadas.
A gota d’água para instauração do caos que já era uma tragédia anunciada foram a intransigência e o desprezo absoluto de um governo que nunca deu a mínima para os militares. Tanta arrogância mais cedo ou mais tarde iria cobrar a fatura. Isso tudo que estamos vendo: mortes, saques, população aprisionada e amedrontada, poderia ser evitado se o senhor governador demonstrasse o mínimo de sensibilidade que o cargo lhe exige. O mundo é muito mais do que tão somente uma fria planilha pintada de vermelha ou azul, somos seres humanos.
A nossa visão de Estado está totalmente caduca e equivocada, nossos impostos não deveriam ser gastos em publicidade caríssima em jornais e televisão (que blindam o governo), nem em eventos culturais supérfluos, nada disso! Se a grana anda curta, cortem-se os privilégios da casta de políticos, juízes e promotores, enxugue-se a máquina, mas não se descuide da própria razão de ser do Estado que é a segurança de seus cidadãos. O mínimo do mínimo que o Estado tem que cuidar é da segurança pública e isso tem sido muito negligenciado.
A população tem que ficar atenta e fazer uma leitura correta dos acontecimentos. Não adianta ser legalista apenas, acusando os policiais de motim. Infelizmente eles foram empurrados até esse abismo por um governo insensível que nunca abriu um canal de diálogo. É hora de parar de blindar Paulo Hartung e cobrar responsabilidades de quem realmente as tem.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

As cadeias da imprensa

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (São João 8, 32.)

Gente, é de lascar. Simplesmente não consigo assistir mais do que 10 minutos de noticiário na TV,  algo que para mim era algo tão natural se tornou agora enfadonho,  insuportável.

Desde novo, entendi que a mídia (TV, jornais, revistas, etc.) era manipuladora. Bastava ver os recortes que os editores faziam e fazem até hoje da realidade. Parecem que eles  vivem em universo paralelo, um outro mundo diferente do nosso que não é o real.

A “viagem” da hora são os massacres e rebeliões que estão ocorrendo Brasil afora, que começaram em Manaus, depois Roraima e agora estão no Rio Grande no Norte. Todo mundo sabe, e não precisa ser um especialista comuna da Globo News para dizer que os presídios brasileiros estão em péssimas condições e super lotados, mas toda vez que se falava em construir novos presídios, a mídia esquerdista  era a primeira que torcia o nariz e dizia que o precisávamos mesmo era de escolas (sic).

Faltam investimentos na área de segurança, faltam novos presídios mas não são essas as causas dessa atual barbárie que está se espalhando pelas prisões do país. São brigas de facções criminosas que lutam pelo domínio da lucrativa rota de tráfico de drogas.

Diante dessa obviedade, como tem sido a abordagem da nossa imprensa? Que no Brasil se prende muito e que o consumo de drogas deve ser liberado para se esvaziar prisões. Caramba! Que palhaçada! Mas é esse escárnio que tem pautado nossos telejornais nesses dias.

Qualquer cidadão sabe que no Brasil não se prende muito, muito pelo contrário, se prende muito pouco devido a flexibilidade das leis e principalmente pela leniência em aplicá-las. Quantas vezes nos deparamos com manchetes que fulaninho já foi preso e solto “trocentas” vezes? Até assassinos tem tido a vida faciliatada por aqui porque a vida humana em nosso país tem sido cada vez mais banalizada. Essa idéia que se prende muito no Brasil é fantasiosa, mas se prende pouco porque as cadeias estão tão lotadas? Porque não se priorizou investimento em segurança pública por falta de vontade política e/ou por falta de recursos.

Primeira falácia da imprensa desmontada: não se prende muito no Brasil.

A outra mentira difundida é que se deve flexibilizar ainda mais as leis que proíbem o consumo de entorpecentes. Só o fato de se abordar esse assunto indica a má-fé da imprensa. Quem nesse país fica preso por consumir droga? Quem? Ninguém! O cara pode até ser preso, mas daí a permanecer em cana? Jamais. Só traficantes ficam presos.  Mas se é assim, porque existe essa abordagem tendenciosa da imprensa em geral? Existe um lobby esquerdista apoiado por FHC e demais figurões que acham que a liberação do consumo de drogas ajudaria mais no combate ao tráfico do que a repressão. É o mesmo raciocínio cínico que defende que a liberação do aborto diminuiria o seu número de ocorrências. Não há lógica por trás desse argumento, o que existe  são interesses econômicos e políticos escusos que visam minar ainda mais a nossa já fragilizada sociedade em favorecimento de uns poucos.

O que fazer então? Primeiro é acabar com essas rebeliões. Hoje eu já ouvi falar que chamaram o Exército. Muito bom, se tem algo que traficante tem medo é do Exército.

E depois disso? Leis  e penas rígidas, sem frescuras, sem esse excesso de progressões, sem visita íntima, sem indultos para criminosos perigosos. Combate intenso ao tráfico internacional de armas e drogas. Precisamos também moralizar a Justiça para que se acabe com tanta leniência com aqueles que oferecem real  risco a sociedade. Precisamos apoiar nossos policiais, acabar com a famigerada audiência de custódia e enfim construir muito mais presídios. Se temos poucos presídios, flexibilizam-se leis para deixar todo mundo na rua. Com mais presídios poderemos ter leis mais justas e firmes para que criminosos não continuem a trucidar o povo brasileiro.


Precisamos de uma abordagem mais honesta e profissional da nossa imprensa. Quando agem pela ideologia, sem se preocupar com a verdade dos fatos para trabalhar por uma agenda que não é a do povo brasileiro acabam por prestar um grande desserviço a sociedade civil e contribuindo voluntariamente ou não com os criminosos. E isso também é crime.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Já vai tarde.


Mal posso esperar pelo dia 20/01! Apesar de ser devoto de São Sebastião, mártir cristão dos primeiros séculos celebrado nessa data, minha expectativa se deve a posse de Donald Trump que colocará fim ao mandato melancólico do senhor Barack Hussein Obama.

Lembro-me há pouco mais de oito anos quando Mr. Obama venceu as eleições e eu tive que assistir com certo asco e preguiça a celebração e exaltação do mais novo queridinho da mídia globalista. Foi um dia de profundo pesar para mim. Apesar de estar a milhares de quilômetros do Tio Sam, a vitória do defensor de todos os tipos de aborto até mesmo aquele chamado “aborto por nascimento parcial” realizado em grávidas de até nove meses de gestação não me deixou indiferente. Peguei um laço preto, fixei em minha blusa e fui trabalhar de luto pelos nascituros americanos e os dos mundo inteiro.

Só esse fato macabro já seria suficiente para qualquer pessoa com mais de dois neurônios desconfiar das boas intenções do presidente Obama. Outro motivo é a verdadeira adoração de setores da mídia por esse senhor. Qualquer “peidinho” (desculpe) do primeiro presidente afro-americano já era motivo para os jornalistas se derreterem em sorrisos e elogios. Ridículo e patético. Essa foi sem dúvida uma das mais relevantes amostras de como a mídia se degradou e se distanciou definitivamente da sua missão de informar e formar tornando-se tão somente uma porta-voz da agenda globalista-esquerdista-anticristã.

O homem ainda não tinha feito nada, ou melhor, só ameaçou fazer uma presepada (retirar as tropas americanas do Iraque de qualquer jeito) e ganhou um Nobel da Paz. Incrível! Tal era e continua sendo a boa vontade e benevolência do establishment com este senhor.

Internamente, ele implantou o Obacare que é um tipo de SUS que nunca funcionou direito, mas que na prática onerou ainda mais os americanos com impostos. Além de ser ineficiente e caro serviu ainda como instrumento de perseguição aos cristãos, pois planejava coibir liberdades de consciência e religiosa ao obrigar hospitais católicos a distribuir anticoncepcionais e realizar abortos.

A retirada destrambelhada do Iraque, possibilitou o aparecimento do ISIS que viu no caos ali instaurado todas as condições de se fortalecer e o apoio irresponsável e irrestrito a chamada “Primavera Árabe”, que deixou um rastro de morte e destruição na Líbia (pós-Kadafi) e no Egito da Irmandade Muçulmana (que tinha a simpatia do presidente Obama pois tem um de seus irmãos nos seus quadros) demonstraram de maneira cabal o seu despreparo para conduzir a mais poderosa nação do mundo no plano internacional.

Mas o ápice da pilantragem do presidente “Hussein” foi mesmo a sua atuação na Síria. Obama julgou que seria apenas uma questão de tempo para que Assad caísse como seus colegas líbio e egípcio. Diante da enorme e encarniçada perseguição aos cristãos sírios e de uma convulsão cada vez maior naquele país, o presidente americano lavou as mãos e despejou recursos e armamentos nas mãos da chamada “oposição moderada” síria para fazer uma contrapeso a Assad e ao ISIS. Só que a tal “oposição moderada” não tinha nada de moderada, eram mercenários islâmicos estrangeiros que em diversas situações se aliaram aos ISIS para continuar o horrendo massacre naquele que era um dos mais pacíficos países do Oriente Médio. Essa atitude de fortalecer os rebeldes só fez aumentar a duração do conflito e o derramamento de sangue.

A visão islâmica e embotada do senhor Obama, que tratou os sírios, especialmente as minorias cristãs daquele país como lixo descartável não pode passar impune pela história. A história costuma julgar e condenar as ações criminosas dos governantes, mas neste caso a omissão criminosa deste presidente americano foi muito pior do que muitas outras intervenções desastradas de governantes anteriores como, por exemplo,  a invasão do Iraque pelo Bush.

Assad nunca foi santo, é um ditador com mão de ferro, mas talvez necessário àquele país devido as suas peculiaridades étnicas, religiosas e culturais. O óbvio para qualquer governante americano sensato seria combater o ISIS e ainda que temporariamente se unir a Assad para destruí-los uma vez que ele eram um mal muito maior do que a simples permanência do ditador sírio (que já estava lá por anos a fio). Mas não foi isso que ele fez. Como uma criança mimada, Obama insistiu bisonhamente que o objetivo principal era derrubar Assad ainda que todas as evidências apontassem o contrário. O resultado dessa atitude irresponsável e absurda é que nos últimos quatros anos e meio o Ocidente, camuflado pela mídia e capitaneado por Obama, fingiu que combatia o ISIS permitindo que a Síria afundasse no caos, na guerra, no morticínio e na perseguição a milhares de pessoas gerando uma dos maiores fluxos migratórios da história. 

O jogo só começou a virar por causa da Rússia de Putin. Contrariando as diretivas ocidentais Putin se aliou ao exército Sírio e se concentrou em atacar o Estado Islâmico sem refrescar, no entanto os rebeldes moderados que de moderados nunca tiveram nada. Recentemente tiveram uma grande vitória ao liberar Aleppo de um cerco devastador de mais de quatro anos.

Quando vejo manchetes como as de hoje, falando dos altos índices de popularidade do presidente Obama ao deixar o governo, me vem um risinho irônico e penso: como um presidente tão fraco e tão dúbio em tantas questões, sejam elas domésticas ou  internacionais e que tenha perdido recentemente em todas as frentes (Síria, Congresso, governos estaduais e eleição do Trump) possui ainda tanta aprovação popular? Será que Obama está realmente com essa bola toda ou será essa uma última e desesperada cartada da mídia esquerdista para limpar sua barra? Julguem vocês mesmos.

A verdade que não calará é que o sangue de milhares de pessoas inocentes, em especial dos nossos irmãos sírios cristãos, não permitirão que uma simples maquiagem midiática salve a honra daquele que foi o pior e o mais omisso presidente americano desde sempre.


Que venha logo o Trump e o demita.